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Caminhar de forma segura e consistente

A Savills Aguirre Newman tem como principal objetivo criar soluçõese oferecer um aconselhamento integral de acordo com as necessidadesimobiliárias de cada cliente. Aposta numa «equipa com sentido críticoque procura respostas de forma ágil e criativa a todos os desafios quese colocam no dia-a-dia».

A Savills Aguirre Newman é uma consultora imobiliária inserida no grupo internacional Savills, que tem centenas de escritórios e associados em vários continentes, disponibilizando aconselhamento especializado, serviços de gestão e transações aos seus clientes pelo mundo inteiro. Oferece soluções globais, individualizadas ou integradas, nas mais importantes áreas do sector ‘business to business’ (B2B): investimento, arquitetura, agência, gestão de imóveis, ‘research’/ avaliações, ‘hospitality’ e ‘asset management’. Em Portugal a consultora tem 45 colaboradores, na sua maioria em Lisboa, estando os restantes no escritório do Porto. Patrícia Liz, a ‘chief executive officer’ (CEO), partilha que estão «numa fase de crescimento estrutural », tendo em conta a nova realidade, ou seja, o facto de fazerem parte de uma grande consultora global, a Savills, leva a que não só tenham mais solicitações ao nível das áreas em que atuam, como necessitem de ativar novas áreas de negócio que antes apenas trabalhavam de forma residual.

A responsável destaca em termos de práticas de gestão das pessoas na instituição «a permanente atenção à boa dinâmica da equipa, quer em termos da interação entre pessoas e departamentos, quer no desenvolvimento de competências individuais de maneira a enriquecer permanentemente a sua performance». Segundo assinala, a equipa está «devidamente orientada em relação à missão e aos valores com que a empresa pauta a sua atividade, à forma de abordagem aos negócios e à resposta ao cliente e com objetivos bem definidos», e «sabe por onde deve caminhar e fá-lo de forma segura e consistente». Isto deve-se «a uma estratégia bem definida e à correta comunicação aos colaboradores sobre o que é pretendido de cada um e do grupo no seu todo», explica, adiantando ainda: «Na Savills Aguirre Newman procuramos permanentemente fazer saber para aonde estamos a caminhar e de que forma contamos com cada colaborador para fazer esse caminho. Por outro lado, contamos com uma equipa com sentido crítico que procura respostas de forma ágil e criativa a todos os desafios que se colocam no dia-a-dia.»

A comunicação com os colaboradores é feita «de forma direta e com clareza, via ‘e-mail’ ou pessoalmente, dando sempre voz a qualquer elemento que queira contribuir para todos os projetos e para a generalidade dos processos que são levados a cabo», refere Patrícia Liz, frisando que «no final do dia são as pessoas que implementam essas boas práticas, e não podem ser tratadas como autómatos ou meros executantes».

Questionada sobre se a área de atuação da Savills Aguirre Newman coloca alguma especificidade em termos de gestão das pessoas, a responsável refere que «na maioria das práticas de gestão de pessoas que se procura implementar, isso poderia ser feito em qualquer outra atividade, pois são pilares para gerir uma empresa». Destaca, no entanto, uma particularidade que é recordada constantemente a quem trabalha na Savills Aguirre Newman: «Como consultores, nós somos fonte de informação, informação essa que bebemos da generalidade dos nossos ‘stakeholders’, que tratamos e que levamos aos nossos clientes, e para isso temos que ser criteriosos em relação às nossas fontes e exigentes no tratamento da informação que nos chega para podermos ser uma referência nesta área de atividade. A forma como tratamos a informação e como a difundimos para o mercado é para nós um ponto de extrema importância que não pode nunca ser descurado.»

A estratégia de recursos humanos e a estratégia de negócio estão «em estreita comunicação» na Savills Aguirre Newman, «envolvendo todos os elementos que sustentam o negócio, pois todos contam para o sucesso» da consultora, explica ainda Patrícia Liz, recordando um pouco do que tem sido a evolução da gestão das pessoas na organização: «Com o crescimento, temos de ir delegando tarefas e responsabilidades, e ao fazê-lo temos presente que surgem pontos de sensibilidade que têm de ser devidamente cuidados, o que significa certificarmo-nos de que não se perde a essência do que fazemos e de como o fazemos.» Aqui, uma vez mais, assinala: «Fazer chegar a correta mensagem, passar testemunho sobre as principais linhas de atuação a um maior número de elementos, sobretudo no que toca às direções e dar voz aos novos elementos em quem delegamos responsabilidade, ajuda a manter a essência dos valores da empresa, por um lado, e por outro contribui para a desejável inovação na componente mais prática da nossa atividade.»

Entrevista de Patrícia Liz à Revista Human

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